MUNDO DIGITAL, com Ethevaldo Siqueira
Sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Milton – Bom dia, Ethevaldo, como vai?
Ethevaldo – Bom dia, Milton; bom dia, ouvintes. Tudo ótimo.
Milton – Ethevaldo, que novidades você tem sobre a casa inteligente?
Ethevaldo – Todos os dias nós poderíamos contar novas coisas sobre a casa inteligente ou casa digital. Em português nenhuma das expressões é mais adequada do que smart home. Ou smart house. Eu visitei recentemente a casa de um amigo em Los Angeles, que poderia ser considerada a casa mais inteligente ou mais atualizada com as tecnologias digitais aplicáveis às residências.
Milton – Mas o que essa casa tem de inteligente?
Ethevaldo – Tem todas as tecnologias que permitem a combinação mais perfeita de conforto, segurança, entretenimento, comunicação e sustentabilidade. Nela você fala com as portas e elas se abrem. Fala com o computador, com a TV ou com o home theater, e os aparelhos ligam, desligam, mudam de canal. A porta da geladeira se abre. A banda larga está distribuída em todos os cômodos. Sobre o telhado, estão os painéis para captação da energia solar. A casa é a mais eficiente do ponto de vista energético. Emite o mínimo de carbono possível.
Milton – E qual é o papel da internet nessa casa?
Ethevaldo – Ela está em todo lugar, com acesso ultrarrápido, via fibra óptica e via Wi-Fi. E agora você pode usar até a nuvem para buscar informações, documentos, aplicativos, receitas de novos pratos, cardápios para sua dieta. Uma coisa que já instalei em minha casa, antes de meu amigo americano: um sistema de câmeras digitais que vigiam tudo e me permitem ver o que se passa nos cômodos e no exterior da casa pela internet, pelo telefone celular, esteja no Brasil ou no Japão.
Milton – Mas não há outros tipos de casa inteligente?
Ethevaldo – Há, Milton. A mais comum talvez seja a integração da residência com o local de trabalho altamente automatizado – que nos permite usufruir das vantagens do teletrabalho, da telemedicina e da teleducação.
Milton – Até segunda.












